1. Defina quem vai usar o plano
Liste todas as pessoas, com idade exata, cidade onde moram e onde trabalham. A idade define a faixa etária e o local define a rede necessária. Anote também condições de saúde em acompanhamento, gestação planejada e terapias em andamento.
2. Descubra qual modalidade você pode contratar
- Tem CNPJ? Considere MEI ou PME.
- Tem vínculo com conselho ou associação? Veja coletivo por adesão.
- Nenhum dos dois? Procure plano individual.
A modalidade muda preço, reajuste e regras de cancelamento.
3. Escolha os hospitais que não abre mão
Liste de dois a quatro hospitais e laboratórios de referência perto de casa e do trabalho. Use essa lista como filtro: se a categoria não tem esses prestadores, descarte. Veja como consultar a rede credenciada.
4. Defina a abrangência
Quem mora e trabalha na mesma região pode economizar com um plano regional. Quem viaja com frequência deve priorizar o nacional.
5. Enfermaria ou apartamento
A acomodação só vale para internações, mas afeta o preço de todo o plano. Leia enfermaria ou apartamento.
6. Com ou sem coparticipação
Faça a conta com o uso real da família. Para quem usa pouco, a coparticipação reduz o custo; para quem usa muito, pode encarecer.
7. Entenda carências e portabilidade
Se você já tem plano, veja se pode fazer portabilidade ou conseguir redução de carência. Se não tem, planeje-se para os prazos de carência.
8. Compare ao menos três opções
Compare a mesma acomodação, abrangência e coparticipação entre operadoras diferentes. Consulte o IDSS e o índice de reclamações no site da ANS. Veja os comparativos entre operadoras.
Perguntas frequentes
Qual o erro mais comum ao escolher plano de saúde?
Escolher só pelo preço, sem conferir se os hospitais que você usaria estão na rede da categoria.
Quantas cotações devo fazer?
Pelo menos três, de operadoras diferentes, com as mesmas características.
Corretor cobra para fazer cotação?
Não. A remuneração do corretor vem da operadora; a cotação é gratuita para o cliente.